Responsabilidade Técnica, Perícia e Química Forense

Responsabilidade Técnica

Palestrante: Maria José Marques - UFMG/CRQ-MG

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Bacharel, Licenciada e Mestre pela UFMG e Doutora pela Université Joseph Fourrier - França) em Química. Diplome dEtude Approfondie en Electrochimie pelo Institute National Polytechnique de Grenoble- França. Cursos de Especialização de curta duração em: Projetos de Mecanismos de Desenvolvimento Limpo CPMDL- CNI/FIEMG; Fundamentos, conceitos e Metodologia de Produção Mais Limpa (MMA/GTZ); Produção Industrial Sustentável (7ªEcolatina); Ecodesign (7ª Ecolatina); Gestão de Projetos Ambientais (7ªEcolatina) outros. Professora Adjunto (Aposentada e Substitutra) na Graduação e Pós Graduação do DQ/ICEx/UFMG. Professora da Faculdade de Engenharia de MG - FEAMIG (Graduação e Pós-Graduação)  Professora PUC-Minas (desde 2014). Coordenadora de Curso Técnico e de Estágio do CETEP-Betim / CEFET- MG. do Setor de Química Analítica do DQ/ICEx/UFMG. Coordenadora por vários anos do Curso Química Analítica do DQ/ICEx/UFMG. Membro da Comissão Organizadora da Implantação do Fórum Mineiro de Produção Mais Limpa Ministério do Meio Ambiente /GTZ /FIEMG /FEAM 2006. Membro permanente do Fórum Mineiro de Produção Mais Limpa. Representação na Câmara de Política Ambiental Conselho Estatal de Política Ambiental CPA / COPAM (2002/2004). Conselheira, do Fórum de P + L e Consumo Consciente no Conselho Estadual de Política Ambiental- COPAM (2008). Tesoureira e Secretária da Sociedade Brasileira de Química-SBQ/MG por vários mandatos. Conselheira do Conselho Regional de Química-MG (desde 2004). Consultora e Avaliadora de Trabalhos Inscritos em Congressos/ Encontros/ Semanas de IC. Coordenação/Organização de 30 Congressos/ Simpósios/ Encontros/Eventos etc. Participação em mais de 100 Bancas Examinadoras (Doutorado, Mestrado, TCC, Exame de Qualificação, Concursos etc.). Orientações e Co-orientações (Doutorado/Mestrado/IC/TCC/ Estágios Curriculares etc.) superior a 80. Membro da CE P2R2 Minas (desde 06/2012). Participação e Apresentação de Trabalhos em Congressos/Simpósios/outros( nacionais e internacionais) superior a 60. Diversos trabalhos publicados (Internacional e Nacional). Elaboração / Coordenação / Execução de Projetos de Pesquisa com Captação de Recursos Financeiros (CNPq/ FINEP/ FAPEMIG/ PADCT/ PRPq UFMG/ FEAMIG).

Resumo da palestra:

O tema Responsabilidade Técnica – RT sempre despertou muito interesse nos estudantes e profissionais da Química. Contudo, o rol de dúvidas é enorme, não apenas por parte daqueles que desejam ser RT, como também dos que já o são e até mesmo das próprias empresas contratantes. Muitos profissionais assumem a RT sem possuir o conhecimento necessário sobre questões básicas como por exemplo, sua abrangência, as implicações legais da função e a ética profissional. Para uma boa atuação do profissional no exercício da função de Responsabilidade Técnica dois aspectos são fundamentais: o conhecimento abrangente da legislação específica na área da Química e áreas correlatas e o exercício permanente da ética profissional. É importante ressaltar que a Responsabilidade Técnica não corresponde a um cargo, mas sim a uma função que, por sua vez, é condicionada à natureza da formação do profissional como: Químico, Engenheiro Químico, Engenheiro Metalúrgico, Tecnólogo de Alimento, enfim, todas as modalidades que compõem a relação de Profissionais da Química legalmente habilitados.Nesse Painel serão tratados, além desses aspectos, outros como a abrangência da Responsabilidade Técnica, como efetuar a indicação do RT e deveres do Responsável Técnico.

 

A Química e a Perícia criminal

Palestrante: Washington Xavier de Paula

Graduação – Engenharia Química
Doutorado – Química Bioinorgânica
Pós-Doutorado - Química Bioinorgânica
Perito Criminal da Polícia Civil desde 2001
Foi Chefe da Seção de Química Legal por sete anos, Chefe da Divisão de Perícias Especializadas por dois anos, Chefe da Divisão de Perícias do Interior do Estado por dois anos, Chefe da Divisão de Laboratório do Instituto de Criminalística por dois anos e atualmente atua como Assessor Técnico da Superintendência de Polícia Técnico Científica.

Resumo da palestra:

- Perícia Criminal
- Noções de Criminalística
- Exames periciais em locais de crime
- Exames laboratoriais
- Química Forense - aspectos gerais

Segurança Química

FISPQ / GHS

Palestrante: Jorge Luiz Barros de Macedo - Faculdade Metodista Granbery - FMG

Licenciado e Bacharel em Química Tecnológica pela Universidade Federal de Juiz de Fora, Magister Scientiae e Doctor Scientiae pela UFV, especialista em Química Ambiental e Análises de Traços, Parecerista da Revista DAE, periódico de engenharia da SABESP, Professor/Pesquisador da Faculdade Metodista Granbery – FMG, no curso de Engenharia Civil, servidor público aposentado, autor de 19 livros envolvendo recursos hídricos e Química Ambiental; Consultor ad-hoc de diversas empresas, na área de capacitação de funcionários, no desenvolvimento de novas tecnologias e produtos, capacitação na área de adequação da classificação, rotulagem e FISPQ de produtos químicos, segundo exigências do GHS, Norma ABNT NBR14725 e NR26 MTE; atua como Perito Judicial junto ao TJMG. Pertence ao grupo de pesquisa Zoneamento e Risco Ambiental da UFJF. Tem experiência na área de Controle de Qualidade em águas, efluentes e alimentos, Desinfecção Química, em técnicas Convencionais e avançadas de Tratamento de águas potável e industriais, como de caldeira e resfriamento, corrosão química, manejo de resíduos sólidos (RSS, urbanos e industriais), aproveitamento de água de chuva, reúso de água, FISPQ de produtos químicos, segundo exigências do GHS, Norma ABNT NBR14725 e NR26 MTE. Recebeu a Comenda JK da UFJF, em 2007, por sua projeção no cenário nacional na área de Química.

Resumo da palestra:

Existem na American Chemical Society, através do CAS, registro de mais de 100 milhões de substâncias químicas no mundo, das quais 200.000 substâncias são de uso difundido, e de 1 a 2 milhões de produtos comerciais disponibilizados. São mais de 50 novas substâncias ou adições a substâncias existentes acrescentadas ao banco de dados do CAS a cada semana. Para organizar e transferir informações seguras foi criado o Sistema Harmonizado Globalmente para a Classificação e Rotulagem de Produtos Químicos. O GHS é o acrônimo para The Globally Harmonized System of Classification and Labelling of Chemicals - Sistema Harmonizado Globalmente para a Classificação e Rotulagem de Produtos Químicos. Trata-se de uma abordagem lógica e abrangente para: a) Definir os perigos dos produtos químicos; b) Criação de processos de classificação que usem os dados disponíveis sobre os produtos químicos que são comparados a critérios de perigo já definidos; c) A comunicação da informação de perigo em rótulos e FISPQ (Fichas de Informação de Segurança para Produtos Químicos). A NBR 14725:2005 definiu a estruturação da Ficha de Informação e Segurança de Produtos Químicos (FISPQ). A necessidade de classificar o perigo dos produtos químicos e informá-los por meio de rótulos e fichas de segurança foram introduzidas no Brasil pelo Decreto nº 02.657/1998, que ratificou a Convenção 170 da Organização Internacional do Trabalho. Segundo a convenção, os critérios para atender a essa exigência devem ser estabelecidos “pela autoridade competente ou por organismo aprovado ou reconhecido pela autoridade competente de conformidade com as normas nacionais ou internacionais”. No Brasil essa adequação ao GHS é função da NR-26-MTE e da Portaria SIT 229 (25/05/2011) que exige de que todas as empresasque tenham estruturas na área de Química ou que utilizem produtos químicos deverão se adequar a classificação GHS (Sistema Globalmente Harmonizado de Classificação e Rotulagem de Produtos Químicos) quanto à rotulagem e FISPQ (MTE-NR 26 e ABNT-NBR14725). Com base na Portaria SIT n.º 229, de 24 de maio de 2011, o empregador deve assegurar a todos os funcionários da empresa envolvidos com a área, treinamento específico e o acesso dos trabalhadores às fichas com dados de segurança dos produtos químicos que utilizam no local de trabalho.

 

Considerações sobre Segurança Química e Riscos Tecnológicos

Palestrante: Auxiliadora Maria Moura Santi - UFOP/CRQ-MG

Graduada em Engenharia Química (1977) pela Escola de Engenharia da Universidade Federal de Minas Gerais, concluiu o Mestrado (1997) e o Doutorado (2003) em Planejamento de Sistemas Energéticos na Faculdade de Engenharia Mecânica da Universidade Estadual de Campinas.  Ao longo da sua vida profissional, realizou diversas pesquisas e projetos de desenvolvimento científico e tecnológico, bem como atuou, durante muitos anos, como engenheira do órgão ambiental do Estado de Minas Gerais, o que, juntamente com sua formação de pós-graduação na área de planejamento de sistemas energéticos, possibilitou-lhe adquirir um perfil profissional multidisciplinar. Ingressou na Universidade Federal de Ouro Preto, em 2004, como professora nos cursos de Graduação em Engenharia Ambiental e de Graduação em Engenharia de Produção e nos cursos de Mestrado em Engenharia Ambiental e de Mestrado em Sustentabilidade Socioeconômica e Ambiental, oferecendo diferentes disciplinas e orientando diversos alunos, nos mais variados assuntos que permeiam as áreas de Energia e Meio Ambiente, bem como a área de processos industriais, especialmente voltados à investigação sobre os riscos tecnológicos e suas consequências sociais e ambientais.  Coordena o Grupo de Estudos e Pesquisas na Área Interdisciplinar de Planejamento de Sistemas Energéticos (CNPq/UFOP) e integra o grupo de professores da Área de Planejamento Energético do Curso de Graduação em Engenharia de Produção da Escola de Minas da UFOP.

Resumo da palestra:

Após o término da Segunda Guerra Mundial, o mundo passou por mudanças significativas, devido ao crescimento das cidades, da população e da produção industrial. Desde então, substâncias químicas vêm sendo produzidas e utilizadas em escala crescente, em diversos produtos e processos produtivos,  aumentando a exposição humana a essas substâncias e aos riscos potenciais para a saúde.

Diante desse novo cenário, logo se percebeu que havia necessidade de se criar mecanismos legais e arranjos institucionais para assegurar a gestão saudável das substâncias químicas e dos rejeitos do processamento industrial, o que culminou com a criação de um conjunto de normas e leis visando a proteção ambiental.

É nesse contexto que se insere a Segurança Química, definida como "o conjunto de estratégias para a prevenção e o controle dos efeitos adversos para o homem e para o meio ambiente, causados pelas substâncias químicas, no amplo espectro de situações de exposição possíveis, desde a presença natural dessas substâncias no ambiente, até a sua extração ou síntese, produção industrial, transporte, uso e disposição final "  pelo Programa Internacional de Segurança Química (IPCS, 1997). 

Para colocar em prática as premissas da Segurança Química e, assim, promover a avaliação dos riscos à saúde humana e ao meio ambiente decorrentes da produção, do uso e do descarte de substâncias químicas e incentivar a gestão segura dessas atividades, foi criado, em 1994, o Fórum Intergovernamental de Segurança Química, conhecido como FISQ.

Papel Social da Química

Revolução Verde: os impactos desse movimento em nossa sociedade.

Palestrante: Reginaldo Ferreira de Oliveira - CEFET MG

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Possui graduação em Química pela Universidade Federal de Minas Gerais (2004). É mestre em Química Analítica pela mesma universidade em 2009. Esteve envolvido em um projeto em atividade no LANAGRO-MG, no qual foram desenvolvidos métodos para determinação e quantificação de resíduos de pesticidas em alimentos por cromatografia gasosa acoplada a espectrometria de massas. Atualmente professor de Química Analítica e de Química Ambiental no CEFET-MG. Já trabalhou com separação de polipeptídeos com biologicamente ativos de peçonha de aranha por HPLC, quantificação de contaminantes inorgânicos em matrizes tuberosas por absorção atômica em forno de grafite, além de acumular desde 2003 experiência como professor de Química em diversas modalidades de ensino.

Resumo da palestra:

Revoluções diversas marcaram nossa humanidade e algumas são até marcadores da História, como podemos lembrar da Revolução Industrial. Vivemos uma fase da chamada Revolução Verde, em que há uma constante busca pela máxima produtividade no campo, de modo a controlar e/ou manipular as mais variadas grandezas envolvidas no cultivo, transporte, processamento e distribuição de alimentos. Tal movimento se inicia num momento do século XX, em que o desenvolvimento da indústria química estende ramificações profundas por outras áreas, a destacar a Agronomia. Assim, surgem cada vez mais moléculas com atividades biológicas diversas, cujo potencial de aplicação no campo demonstrava-se promissor. Tais moléculas, associadas com a manipulação dos nutrientes no solo e o uso de sementes adequadas, iriam garantir uma eficiente produtividade.
Assim como a Revolução Industrial teve reflexos notórios em nossa sociedade atual, vemos (e veremos nos próximos anos) os impactos da Revolução Verde na sociedade.

 

Aditivos em alimentos – Um mal necessário?

Palestrante: Bruno Gonçalves Botelho - UNI BH

bruno

Engenheiro de Alimentos (Centro Universitário de Belo Horizonte; 2007) e Mestre em Ciências de Alimentos (FaFar/UFMG; 2009) e Doutor em Química Analítica (DQ/UFMG;2014), com estágio pós doutoral na Faculdade de Farmácia (FaFar/UFMG/2016). Atualmente é professor do Centro Universitário de Belo Horizonte e coordenador do curso de pós-graduação em Tecnologia Cervejeira. Minhas principal linha de pesquisa é o desenvolvimento e validação de métodos analíticos envolvendo a utilização de ferramentas da estatística multivariada (Quimiometria) e técnicas espectroscópicas, principalmente infravermelho, fluorescência e análise de imagens digitais para a quantificação de parâmetros de qualidade, avaliação de fraudes e classificação de alimentos e bebidas.

Resumo da palestra:

A utilização de aditivos alimentares faz parte da história da evolução da humanidade. Desde o processo de salga de carnes, passando pelo aumento da acidez de um leite pela fermentação, ou a adição de lúpulo, que contém vários compostos bacteriostáticos em cervejas, a utilização de substancias para melhorar características sensoriais e preservar alimentos por um período maior está presente de maneira constante em nossa história. Recentemente, a utilização de aditivos tem sido vista de maneira negativa, principalmente por aqueles que pregam a alimentação saudável como estilo de vida. Mas é a real influência dos aditivos na vida moderna? Nesta palestra serão abordados aspectos teóricos, sobre classificação e função dos aditivos mais utilizados na indústria de alimentos, assim como o há de mais recente na discussão sobre como os aditivos melhoram ou pioram a vida do homem moderno.

Meio Ambiente

Água - Ênfase em Abastecimento Público X Risco de Contaminação Química

Palestrante: Jorge Luiz Barros de Macedo - Faculdade Metodista Granbery-FMG

Licenciado e Bacharel em Química Tecnológica pela Universidade Federal de Juiz de Fora, Magister Scientiae e Doctor Scientiae pela UFV, especialista em Química Ambiental e Análises de Traços, Parecerista da Revista DAE, periódico de engenharia da SABESP, Professor/Pesquisador da Faculdade Metodista Granbery – FMG, no curso de Engenharia Civil, servidor público aposentado, autor de 19 livros envolvendo recursos hídricos e Química Ambiental; Consultor ad-hoc de diversas empresas, na área de capacitação de funcionários, no desenvolvimento de novas tecnologias e produtos, capacitação na área de adequação da classificação, rotulagem e FISPQ de produtos químicos, segundo exigências do GHS, Norma ABNT NBR14725 e NR26 MTE; atua como Perito Judicial junto ao TJMG. Pertence ao grupo de pesquisa Zoneamento e Risco Ambiental da UFJF. Tem experiência na área de Controle de Qualidade em águas, efluentes e alimentos, Desinfecção Química, em técnicas Convencionais e avançadas de Tratamento de águas potável e industriais, como de caldeira e resfriamento, corrosão química, manejo de resíduos sólidos (RSS, urbanos e industriais), aproveitamento de água de chuva, reúso de água, FISPQ de produtos químicos, segundo exigências do GHS, Norma ABNT NBR14725 e NR26 MTE. Recebeu a Comenda JK da UFJF, em 2007, por sua projeção no cenário nacional na área de Química.

Resumo da Palestra:

Uma das fontes de contaminação de usuários que utilizam a água fornecida para abastecimento público são os produtos químicos utilizados nas etapas de tratamento para obtenção de água que satisfaça os requisitos da legislação de uma água potável. Os produtos químicos utilizados para o tratamento de água para consumo humano, dependendo de sua procedência ou composição, podem introduzir a essa água características indesejáveis e/ou prejudiciais à saúde humana. A Portaria Federal MS Nº 2914 de 12 de dezembro de 2011 é a aquela que dispõe sobre os procedimentos de controle e de vigilância da qualidade da água para consumo humano e seu padrão de potabilidade. Na Seção IV que se refere ao Responsável pelo Sistema ou Solução Alternativa Coletiva de Abastecimento de Água para Consumo Humano, em seu Art. 13º, ressalta que compete ao responsável pelo sistema ou solução alternativa coletiva de abastecimento de água para consumo humano garantir a operação e a manutenção das instalações destinadas ao abastecimento de água potável, em conformidade com as normas técnicas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) e das demais normas pertinentes. No item III, cabe ao responsável manter e controlar a qualidade da água produzida e distribuída, nos termos desta Portaria, por meio de exigência, junto aos fornecedores, do laudo de atendimento dos requisitos de saúde estabelecidos em norma técnica da ABNT para o controle de qualidade dos produtos químicos utilizados no tratamento de água e, ainda, deve-se exigir, junto aos fornecedores, o laudo de inocuidade dos materiais utilizados na produção e distribuição que tenham contato com a água. A Norma da ABNT que regula os produtos químicos utilizados no tratamento de água para consumo humano, os efeitos sobre a saúde e os requisitos que devem satisfazer os produtos químicos é a NBR 15784/2009.

 

Produção mais Limpa (P+L)

Palestrante: Ana Luiza Dolabela de Amorim Mazzini - SISTEMA MG/CRQ MG

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Engenheira Química formada pela UFMG com especialização em Energia e Fontes Alternativas pela UFRGS, Avaliação de Impactos Ambientais pela UFRJ e Gestão Pública pela Fundação Dom Cabral. Técnica de análise e controle ambiental da Fundação Estadual de Meio Ambiente – FEAM (aposentada), do órgão ambiental do Rio Grande do Sul - FEPAM e ex Diretora de Educação e Extensão Ambiental da Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável – SEMAD. Conselheira titular do Conselho Regional de Química – CRQ-MG e membro do Centro de Ecologia Integral – CEI. Consultora na área ambiental e professora dos cursos de especialização de Engenharia Ambiental, Gestão Ambiental, Segurança do Trabalho e Educação Ambiental. Autora do Dicionário Educativo de Termos Ambientais que já está na sua 5ª. Edição e do livro Nosso Lixo de Cada Dia: desafios e oportunidades.

Resumo da Palestra:

Apresentação dos conceitos, princípios e aspectos ligados à Produção mais Limpa e ao Consumo Consciente. Comparação entre o enfoque tradicional usado no Comando e Controle e os novos paradigmas da Produção mais Limpa (P+L). Apresentação da metodologia de P+L e abordagem do conceito de Economia Circular que imita a natureza, em detrimento da Economia Linear que gera poluição e, principalmente, resíduos. Considerações sobre Ecoeficiência, Logística Reversa e Educação para a Sustentabilidade na área da Química. Abordagem do ciclo de vida do produto. Identificação das oportunidades e das etapas de implementação de P+L em empreendimentos da indústria química e alimentícia.

 

Água - Ênfase Ambiental

Palestrante: Zenilde das Graças Guimarães Viola - FIEMG

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Bacharel em Química, mestre em Saneamento, Meio Ambiente e Recursos Hídricos e doutora em Ecologia, Conservação e Manejo da Vida Silvestre pela Universidade Federal de Minas Gerais. Como analista ambiental do IGAM, trabalhou no Sistema Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos de MG – SISEMA no período de 2001 a 2014, exercendo os cargos de coordenadora do Projeto Águas de Minas e Gerente de Monitoramento e Geoprocessamento do IGAM, e como Diretora de Prevenção e Combate a Incêndios Florestais e Eventos Críticos, Diretora de Prevenção e Emergência Ambiental e Superintendente de Controle e Emergência Ambiental da SEMAD (Secretaria de Estado de Meio Ambiente). Desde outubro de 2014 é pesquisadora do Instituto SENAI de Tecnologia em Meio Ambiente, atuando como responsável técnica e gestora dos laboratórios de cromatografia e de água e efluentes líquidos.

Resumo da Palestra:

A água encontrada na natureza não é pura. A água que chega ao solo, trazida pelas chuvas, arrasta consigo impurezas existentes no ar atmosférico. Alcançando o solo, a água na sua propriedade de solvente, solubiliza muitos componentes, que são arrastados e conduzidos aos corpos de água. Para a avaliação da qualidade das águas é importante se ter um Programa de Monitoramento que é capaz de informar quando há mudanças e variações nas características da água. A sua representatividade e a confiabilidade dependem do número de estações de monitoramento em operação, bem como do cuidado e do cumprimento das normas para realização de amostragem e das análises laboratoriais. Devido às constantes alterações ambientais, não existem amostras iguais e o planejamento da coleta deve ser criterioso para fornecer quantidade de amostras suficiente para a realização de todos os testes requeridos.

Tecnologia e Engenharia

Nanotecnologia para o setor de energia

Palestrante: Glaura Goulart Silva - UFMG

Professora Titular do Departamento de Química da Universidade Federal de Minas Gerais e vice-coordenadora do Centro de Tecnologia em Nanotubos de Carbono instalado no parque tecnológico BH-TEC. Publicou cerca de 85 artigos em periódicos especializados e depositou 8 pedidos de patentes. Orientou e co-orientou 16 teses de doutorado e 9 dissertações de mestrado. Tem experiência na área de materiais poliméricos multicomponentes, atuando nos últimos anos principalmente em preparação, caracterização e estudo de aplicações de compósitos com nanomateriais de carbono - carbon black, nanotubos de carbono e grafeno. Está envolvida em pesquisa para aumento de escala de produção de nanomateriais e nanocompósitos, visando inovações associadas à cadeia de nanotecnologia. Foi premiada como “Destaque em Pesquisa – categoria pleno”, pela Sociedade Brasileira de Química, regional de MG em 2013 e com o 1o Lugar em projetos de empresas de base tecnológica pelo Santander Empreendedorismo em 2012.

Resumo da palestra:

O grupo do Laboratório de Materiais Poliméricos Multicomponentes do Departamento de Química da UFMG tem trabalhado desde 2008 com foco no eixo pesquisa e desenvolvimento tecnológico. Nossa contribuição concentra-se na nanotecnologia para a cadeia de suprimento de energia, em particular com o uso de nanomateriais de carbono integrados em matrizes poliméricas. Exemplos de materiais avançados para o aumento da eficiência e segurança da fonte convencional de energia dos combustíveis fósseis são os sistemas poliméricos com nanotubos de carbono e grafeno. Minimizar perdas de energia é tão relevante quanto explorar novas fontes de energia menos impactantes para o meio ambiente. O grupo tem atuado igualmente no desenvolvimento de materiais e design para dispositivos avançados de armazenamento e conversão de energia, em particular o supercapacitor. Dispositivos flexíveis, miniaturizados, com estabilidade térmica e eletroquímica superior para uso em ambientes agressivos têm sido estudados.

Dentro de uma realidade desafiadora de expansão do escopo das atividades de nosso grupo, em 2010, em colaboração com outros grupos da UFMG, contribuímos com o projeto do Centro de Tecnologia em Nanotubos de Carbono e Grafeno (CTNanotubos). Instalado no Parque Tecnológico de Belo Horizonte (BH-TEC) desde dezembro de 2013, o CTNanotubos é um centro de tecnologia em nanotubos de carbono e grafeno cuja criação se deu através de uma parceria público/privado. O Centro objetiva o desenvolvimento de produtos a partir dos nanomateriais de carbono, servindo como unidade de apoio à inovação em cooperação estreita com empresas industriais.

Agradecimentos: UFMG, Petrobras, CNPq, FAPEMIG, CAPES, BNDES, BH-TEC e INCT de Nanomateriais de Carbono.

 

Ciclo de vida dos produtos químicos

Palestrante: Fernando Correia de Moraes Tibau - ABIQUIM

Clique aqui e acesse a apresentação utilizada na palestra

Resumo da Palestra: Programa Atuação Responsável® 

O Programa Atuação Responsável® (AR) é uma iniciativa da indústria química brasileira e mundial, destinada a demonstrar seu comprometimento voluntário na melhoria contínua de seu desempenho em saúde, segurança e meio ambiente.

Criado em 1984 no Canadá o Responsible Care® está implantado em mais de 60 países e é coordenado internacionalmente pelo O ICCA – International Council of Chemical Associations de acordo com os princípios da Responsible Care Global Chart.

No Brasil, o Programa Atuação Responsável® é coordenado pela Abiquim e é parte essencial da missão da associação para contribuir para a promoção da competitividade e do desenvolvimento sustentável da indústria química instalada no país.

O Programa está formatado em um modelo de Sistema de Gestão e tem como foco o Gerenciamento de Riscos relacionados à segurança a saúde e ao meio ambiente e a comunicação destes riscos às partes interessadas mantendo um processo transparente de informações e de preparação para situações de emergência.

Gerenciar os impactos e riscos inerentes aos produtos químicos, de forma a garantir seu uso correto e adequado, é uma das bases do sistema de gestão do Atuação Responsável que inclui dentre outros mecanismos a análise do ciclo de vida dos produtos e seus impactos ao meio ambiente, além do desenvolvimento do Plano de Implementação da Estratégia Global de Produtos (Global Product Strategy – GPS) que envolve a análise de risco dos produtos objetivando a proteção à saúde e ao meio ambiente.

O Programa Atuação Responsável se traduz em uma postura de pró-atividade, transparência e diálogo com as partes interessadas na indústria, com uma proposta de continuidade e responsabilidade, independentemente da existência de legislação. Sua continuidade representa o “compromisso com a sustentabilidade” do setor químico brasileiro.

Ensino e Pesquisa

Desafios e Oportunidades para o Desenvolvimento Regional no Estado de Minas Gerais

Palestrante: Juan Pedro Bretas Roa - UFVJM

Delegado regional do CRQMG - DIAMANTINA E REGIÃO - Delegacia J.K.
Licenciado em Química pela UFSJ (2005), Especialista em Gestão Ambiental e Social pela UFSJ (2007), Mestre em Física e Química de Materiais pela UFSJ (2008) e Doutor em Química pela UFMG (2012). Atualmente é Professor Adjunto II na Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM) e desde 2014 é o Diretor do Centro de Inovação Tecnológica (CITec) da UFVJM.

Resumo da Palestra:

Grande parte do desenvolvimento tecnológico e econômico se encontra vinculado aos grandes centros urbanos, mas após a interiorização do ensino superior, o Estado de Minas Gerais tem experimentado um ambiente de oportunidades nunca antes vivenciado, principalmente no seu interior, porém ainda pouco explorado pela sociedade. A transferência de conhecimento e a formação de novos profissionais são os principais legados das instituições de ensino e pesquisa, contudo há ainda o grande desafio de garantir competitividade das empresas mineiras existentes e que venham a surgir gerando emprego, renda e desenvolvimento regional, em especial quando se trata de micro e pequenas empresas. O apoio de escolas técnicas, universidades, grupos e centros de pesquisa do estado são ferramentas ainda pouco utilizadas para impulsionar novas oportunidades de negócio. Essa interação pode ser usada para fazer crescer diversos setores da economia, em especial aqueles que atuam diretamente com profissionais da química, principalmente em momentos de crise econômica, atuando em áreas até o momento muito pouco exploradas, como as regiões Norte, Nordeste e os Vales do Jequitinhonha e Mucuri que hoje se apresentam em franco desenvolvimento.

 

Desenvolvimento de tecnologias na universidade conforme interesse da indústria

Palestrante: Luiz Carlos de Oliveira - UFMG

Possui graduação em Quimica-bacharelado (1997), mestrado em Físico-Química (2000) e doutorado em Química Inorgânica pela Universidade Federal de Minas Gerais e Pós-doutorado pela Universidade da Califórnia (2009). Foi membro da Câmara-CEX de Assessoramento da Fapemig (2010-2014) e Coordenador do Programa de Monitores de Graduação (Departamento de Química-UFMG)(2012- 2013). Atualmente é professor da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) (Coordenador do Setor de Química Inorgânica-UFMG em 2014). Atua em Química Ambiental e Desenvolvimento de Materiais, principalmente nos seguintes temas: compostos de nióbio, carvão ativado, óxido de ferro, catálise, adsorção e contaminantes. Foi bolsista de Produtividade em Desenvolvimento Tecnológico e Extensão Inovadora. Prêmios recebidos: 3 vezes vencedor do Prêmio Petrobrás de Tecnologia (2007, 2009 e 2013); Prêmio Santander de Ciência e Inovação na categoria Indústria em 2008, Orientador do Prêmio Jovem Cientista em 2010 (Categoria graduado; 2° lugar) e vencedor do Prêmio Investigador Jovem 2012 (FISOCAT-Federación Iberoamericana de Sociedades de Catálisis); Prêmio Pesquisador em Catálise-2013 (SBCAT). Possui alguns trabalhos com empresas visando a transferencia de tecnologias, sendo que 15 patentes foram depositadas junto ao INPI. O processo descrito por uma das patentes foi licenciada pela empresa Verti Ecotecnologias, sendo já testada em escala piloto e realizado um estudo de viabilidade técnica e econômica. Um segundo processo foi feito pedido de patente internacional com a Petrobras (PCT/BR2012/000115). Além disso, a patente BR1320150067-6 foi licenciada pela Empresa Vértica Tecnologia Ltda e encontra-se em estudo de viabilidade econômica. Essa patente também foi alvo de pedido de depósito internacional.

Resumo da Palestra:

Será abordada a relação entre universidade e empresa discutindo-se as dificuldades de se levar para a indústria tecnologias desenvolvidas na universidade. Alguns casos envolvem o desenvolvimento de produtos e processos de interesse da indústria e foram objeto de pedido de patente e transferência para a indústria. Especificamente serão abordados os seguintes casos: (i) transformação da glicerina residual do biodiesel empregando catalisadores de nióbio; (ii) transformação de rejeitos da indústria do couro em fertilizantes; (iii) Uso de catalisadores e luz solar na erradicação de larvas da dengue.

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Inscrições

INSCRIÇÕES ONLINE ENCERRADAS

DIAS 16 e 17/06 -  CEFET/MG

Valores das inscrições para participação nas atividades dos dias 16 e 17 de junho de 2016, que serão realizadas no auditório do CEFET MG - Campus I, nos turnos manhã, tarde e noite.

CATEGORIA Até10/06       
Estudantes de Química e áreas correlatas (nível médio ou superior) R$ 80,00
Professores/profissionais de Química e áreas correlatas REGISTRADOS e adimplentes no CRQ-MG R$ 120,00
Professores/profissionais de Química e áreas correlatas ainda não registrados ou inadimplentes e outros  R$ 220,00

 

ATENÇÃO!

Estudantes de Química e áreas correlatas devem informar, obrigatoriamente, o nº da matrícula/2016 na Instituição de ensino, no formulário de inscrição.

Professores/Profissionais de Química e áreas correlatas registrados no CRQ/MG devem informar o nº do registro no CRQ no formulário de inscrição.

Professores/Profissionais de Química e áreas correlatas ainda não registrados no CRQ/MG podem aproveitar a Campanha “CRQ/MG: uma relação mais que legal” e se beneficiarem dos descontos. Informe-se junto ao setor de Registros do CRQ/MG.


 DIA 18/06

Valor da inscrição para participação POR ADESÃO no coquetel que se realizará no dia 18 de junho de 2016, em local a ser definido, após a solenidade de premiação aos homenageados.

 

CATEGORIA De 28/04/2016 até 31/05/2016
Todas R$ 120,00

 

ATENÇÃO!  

É obrigatória a apresentação de convite para a participação nas atividades do dia 18/06.

 

 FORMULÁRIO DE INSCRIÇÃO - CLIQUE AQUI

 

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New Music USA was formed by the merger of the American Music Center and Meet The Composer, two organizations with decades of experience serving the needs of the new music community. On November 8, 2011, their merger was completed and New Music USA was created to strengthen and grow the new music community.

New Music USA approached us with the task of bringing their look into the 21st century. We then applied the brand to its online presence, building a fully responsive WordPress-based website that showcases musician stories and makes it easy for donors to give online.

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